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Portugal Anos 90

Uma viagem nostálgica pelo universo infanto-juvenil português dos anos 90, em todas as suas vertentes.

Portugal Anos 90

Uma viagem nostálgica pelo universo infanto-juvenil português dos anos 90, em todas as suas vertentes.

14.01.22

Os anos 90 estiveram entre as melhores décadas no que toca à produção de filmes de interesse para crianças e jovens. Às sextas, recordamos aqui alguns dos mais marcantes.

Na última edição desta rubrica, em relação a 'O Projecto Blair Witch', observámos como cada década cinematográfica apenas tem uma mão-cheia de filmes que verdadeiramente transcendem o seu estatuto como obras de entretenimento e se tornam parte da cultura popular: e se aquele filme tinha definitivamente lugar em qualquer lista deste tipo criada para os anos 2000 (dado ter estreado precisamente no último dia da década, século e milénio) o filme de que hoje falamos é um sólido candidato ao primeiro lugar da lista equivalente para os anos 90, visto que até o cinéfilo mais distraído ou o mais veemente opositor de filmes de acção violentos saberá o que é, e do que trata.

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À época a produção mais cara da História de Hollywood, com um orçamento em torno dos cem milhões de dólares, 'O Exterminador Implacável 2: O Dia do Julgamento' foi o maior sucesso de bilheteira de 1991 e é, ainda hoje, considerado homónimo com a série 'Exterminador' como um todo (praticamente eclipsando o seu já bem-sucedido antecessor, de 1984) além de elogiado como um dos melhores filmes de ficção científica de sempre, e como um prodígio técnico para a época; nada, aliás, a que o realizador James Cameron fosse alheio, ele que já havia realizado o igualmente inovador 'Aliens' alguns anos antes, e que viria a bater o seu próprio recorde de custos não uma, mas duas vezes em anos subsequentes – primeiro com 'Titanic' (um dos principais concorrentes de 'Exterminador 2' ao trono cultural dos anos 90, a par de 'Matrix') e, mais tarde, com outro espectáculo audio-visual topo de gama, com o nome de 'Avatar'.

Mais ainda do que Cameron, no entanto, 'Exterminador 2' é sinónimo, na consciência popular, de dois nomes, ambos de actores que ocupavam papéis principais: por um lado, o jovem Edward Furlong, que viria a evoluir do seu papel como John Connor para outros papéis marcantes em filmes como 'América Proibida', e por outro, o de Arnold Schwarzenegger, para quem este filme cimentou o estatuto como principal herói de acção da década, e aniquilou de vez a possibilidade de o voltar a ver em filmes do calibre de 'Hércules em Nova Iorque'. Juntamente com o aterrorizante T-1000 de Robert Patrick (de quem o agora heróico T-101 tem de proteger John e a mãe, Sarah) os dois são responsáveis pela maioria dos elementos mais memoráveis do filme, com Arnie, em particular, a adicionar mais alguns exemplos à sua longa lista de 'frases feitas', prontos a serem referenciados e parodiados até à exaustão nas três décadas seguintes.

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Uma imagem icónica dos dois não menos icónicos protagonistas do filme

De facto, 'Exterminador 2' está tão indelevelmente enraizado na cultura popular que se torna quase redundante explanar sobre o seu sucesso, o seu impacto cultural, ou a sua importância para o género da ficção científica nas três décadas subsequentes; basta referir que, além das honras já mencionadas no início deste texto, o filme é, ainda hoje, o mais bem-sucedido da carreira de Arnold Schwarzenegger, e parcialmente responsável por iniciar o 'franchise' Terminator, que nas décadas seguintes veria surgirem novas séries de televisão, jogos de computador, e toda uma nova série de filmes centrados em torno do universo aqui retratado. E se esses mesmos filmes não são de forma alguma obras-primas do cinema, sendo controversos até mesmo entre os fãs do 'franchise', já 'Exterminador 2' é indiscutível como um dos maiores filmes dos anos 90, uma das maiores obras de ficção científica de sempre, e um marco cultural bem digno de ser celebrado – até porque, poucos meses depois de se ter celebrado a preceito o seu trigésimo aniversário, com um relançamento em 3D, continua a ser um filme tão impressionante, relevante e importante como sempre.

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Cartaz promocional da edição especial em 3D, recentemente lançada

18.05.21

A década de 90 viu surgirem e popularizarem-se algumas das mais mirabolantes inovações tecnológicas da segunda metade do século XX, muitas das quais foram aplicadas a jogos e brinquedos. Às terças, o Portugal Anos 90 recorda algumas das mais memoráveis a aterrar em terras lusitanas.

E se até aqui temos vindo a falar em consolas que foram sucessos de vendas durante a ‘nossa’ década por serem inovadoras e revolucionárias, nada melhor do que conhecer, hoje, uma máquina – ou antes, um conjunto de máquinas – que fizeram sucesso entre as crianças portuguesas dos anos 90, sem no entanto apresentarem quaisquer argumentos técnicos, tecnológicos ou até visuais que o justificassem; um conjunto de consolas que conseguiu (e continua a conseguir) vender um número respeitável de unidades sem nunca ter avançado no tempo para além de finais da década de 80. Senhoras e senhores…as Family Game.

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Adivinhem no que isto é inspirado, se conseguirem...

Sim, as ‘Family Game’, o nome genérico dado a um grupo vastíssimo de consolas que, apesar de aparentemente diferentes e distintas, faziam todas exactamente a mesma coisa - nomeadamente, correr jogos de Famicom, a versão japonesa do tradicional NES. Conhecidas nos países anglófonos como ‘Famiclones’, na Rússia como ‘Dendy’ ou ‘Terminator’ e no Brasil como ‘Polystations’ (nome derivado do modelo mais popular naquele país, e que também chegou a existir no nosso), estas máquinas acabaram, em Portugal, por ser baptizadas com o nome de um dos primeiros modelos a ser comercializado por estas paragens, cuja caixa exibia, desde logo, um dos principais pontos distintivos desta família de consolas – nomeadamente, o ‘layout’, grafismo, nomenclatura e até ‘designs’ directamente copiados das principais consolas de cada época.

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Sim, isto existe. Neste momento, já vai no modelo PolyStation 5. Mais uma vez, adivinhem no que é inspirado...

Independentemente deste facto, no entanto, as ‘entranhas’ destes videojogos eram todas rigorosamente iguais; fossem elas um sucedâneo de NES, Super Nintendo, Playstation, Dreamcast ou Nintendo 64, todas eram máquinas de 8 bits, que funcionavam exatamente com o mesmo tipo de cartucho – as facilmente reconhecíveis, e memoráveis, ‘cassettes’ amarelas, laranjas ou verdes, normalmente encontradas em pequenos estabelecimentos de bairro dedicados à revenda de eletrodomésticos baratos (e, já no novo milénio, também nas lojas chinesas.)

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Uma 'cassette' de Family Game, provavelmente com um jogo original e oficial de Megaman em versão japonesa/NTSC.

O que muitas crianças que jogavam ‘Family Game’ não sabiam é que este formato de cartucho era, em si mesmo, uma apropriação, neste caso dos cartuchos oficiais da Famicom japonesa (os quais são, eles próprios, compatíveis com estes ‘clones’.) Sem esse ponto de referência, no entanto, estas ‘cassettes’ eram para nós uma novidade, com o seu formato alongado e invólucros multi-coloridos. Quase tão atraentes eram, também, as etiquetas afixadas às frentes das ‘cassettes’, que, à falta de caixas, nos diziam o que a mesma continha - ou antes, o que queriam que pensássemos que a mesma continha, o que nos leva a outra característica marcante destes clones. Embora muitos dos títulos disponíveis fossem oficiais (havia, por exemplo, o jogo das Tartarugas Ninja, Tom e Jerry, Batman ou Contra, todos trazidos directamente da NES, sem quaisquer alterações) a maioria destes cartuchos consistia de versões ‘pirateadas’ de jogos existentes, as quais podiam ir de uma criação cem por cento pirata (os chamados ‘Hong Kong originals’) até uma mera troca de título, que ajudava a transformer o ‘Soccer’ da Nintendo (um título de lançamento de jogabilidade básica) no ‘FIFA 98’ (ou...'Super FIFA 98 IV'...)

s-l300 (2).jpg       ...eles já nem tentam que estes títulos façam sentido, pois não...?

Esta era apenas uma das maneiras encontrada pelos fabricantes das Family Game para apregoarem jogos como FIFA 98 nas suas consolas; outros ‘franchises’ populares da época – como Final Fight, O Rei Leão, Street Fighter e Mortal Kombat – viam serem criados de raiz, para estas consolas, jogos sem qualquer tipo de licença, e com títulos mirabolantes como ‘Street Fighter III’ (pelo menos meia década antes do oficial!) e ‘Mortal Combat 5’ (sim, escrito com ‘C’ e um numeral árabe). Este tipo de pirataria foi explorada tão a fundo, que as Family Game chegaram a ver ser lançadas versões piratas de Harry Potter, Resident Evil e até Final Fantasy VII (!!)

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Este, até caixa e manual trazia...

Outros 'franchises', ainda. viam jogos pré-existentes serem (mal) modificados para poderem ser vendidos como parte da série. A principal vítima deste tipo de 'engodo' foi o bom e velho Super Mario, que via o seu personagem de ‘Super Mario Brothers 3’ ser inserido em todo e qualquer jogo que se parecesse sequer minimamente com os originais (de Tiny Toons a Joe & Mac, onde o víamos na pré-história e munido de uma clava!) e até em outros que nem por isso, como Kid Niki, e uma hilariante versão de ‘Jackie Chan Adventures’ com um Mario musculado; isto sem esquecer, é claro, a vez em que o canalizador italiano comeu demasiados cogumelos e acabou a dar estaladas a Ryu num jogo de Street Fighter. Sim, a sério.

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Esta imagem é cem por cento real.

Outro tipo ainda de pirataria, talvez a mais frequentemente associada às máquinas Family Game, consistia nos chamados ‘multi-cartuchos’ – ou seja, cassettes que continham mais do que um jogo. Aqui, o ‘truque’ chamariz consistia, sobretudo, em anunciar literalmente milhões de jogos (cartuchos que apregoavam 9999999 em 1 não eram, de todo, incomuns) e depois oferecer uns quantos – que podiam ir de cinco ou seis a uma ou duas centenas – e ‘encher’ os restantes nove milhões e tal de entradas do indíce com repetições desses mesmos cinco ou dez ou cem, normalmente com início num nível mais avançado, ou com velocidade mais rápida. Mais uma vez, sem acesso a uma caixa, não havia como saber o que íamos encontrar até se pôr o cartucho na consola – e nessa altura já era, normalmente, demasiado tarde.

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Exemplo de multi-cartucho, este provavelmente com os oito jogos representados nas imagens, sendo os restantes repetições dos mesmos

Apesar destas ‘manhas’, no entanto, as consolas Family Game eram bastante atractivas para uma certa geração de crianças, as quais muitas vezes não conseguiam ter as consolas reais, ou preferiam até aqueles jogos mais simples. O ‘design’ das cassettes e consolas, com a sua pirataria tão descarada que se tornava ‘fixe’, e o próprio factor de mistério (e os números grandes nas etiquetas dos multi-cartuchos, que incitavam à gabarolice) faziam com que muitas crianças não ficassem desapontadas ao serem presenteadas com uma destas máquinas, mesmo apesar da falta de poderio técnico.

Hoje, os ‘Famiclones’ experienciam um reviver, graças ao fascínio que suscitam à Internet; antes de alguém sequer saber o que era um ‘browser’, no entanto, já milhões de crianças em todo o Mundo (e também em Portugal) jogavam ‘Mortal Combat 5’ e ‘Super FIFA 98 IV’ nas consolas de cartuchos amarelos que imitavam as oficiais. Se se contaram entre esse número, deixem as vossas memórias nos comentários – e sim, estamos a falar contigo, Riaz…

05.04.21

NOTA: Por lapso, este post e o da passada sexta-feira foram publicados na ordem inversa. Retomaremos a ordem correta das rubricas no próximo ciclo.

Os anos 90 estiveram entre as melhores décadas no que toca à produção de filmes de interesse para crianças e jovens. Às sextas (ou às vezes às segundas, quando nos confundimos com a ordem do calendário) recordamos aqui alguns dos mais marcantes.

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E se no primeiro post desta série falámos de desenhos animados, hoje, rumamos no sentido quase exatamente oposto, e examinamos uma das outras grande ‘trends’ cinematográficas entre os miúdos daquela década, sobretudo os rapazes: os filmes de ação do tipo ‘explosivo’.

Todos (ou pelo menos todos os que gostavam do género) nos recordamos deles – os grandes épicos de ‘porrada’, tiros e explosões, protagonizados por machões com talento artístico inversamente proporcional ao tamanho dos seus músculos, nominalmente para adultos, mas (graças ao milagre do VHS e a grelhas televisivas algo previsíveis) vorazmente consumidos por toda uma geração ali a partir dos 7, 8 anos de idade.

Com expansão nos anos 80, e com génese nos filmes ‘exploitation’ da década anterior, estes filmes continuaram a estrear com regularidade, ao ritmo de dois ou três por ano, até pelo menos a meados da década de 90, com toda uma ‘segunda linha’ de série B a aparecer nos videoclubes em formato ‘direct-to-video’. Estes últimos eram, normalmente, protagonizados por ‘estrelas’ do calibre de Mark Dacascos, Don ‘The Dragon’ Wilson, ou a ‘Sonya Blade da vida real’, Cynthia Rothrock; no entanto, as produções maiores e mais caras apresentavam, normalmente, um de cinco ‘durões’ no papel principal:

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Schwarzenegger em 'O Último Grande Herói'

- Arnold Schwarzenegger. O futuro ‘Governator of California’ transformaria o estrondoso sucesso de ‘Total Recall’ e ‘Exterminador Implacável 2’ em mais uma década na ‘ribalta’, com filmes típicos do seu naipe, como ‘Eraser’ e ‘True Lies – A Verdade da Mentira’, e outros mais atípicos e voltados para a comédia, como ‘Junior’ ou o grande ‘Um Polícia no Jardim-Escola’. No entanto, muito do seu legado era devido à tecnologia VHS e à propria televisão, através dos quais as crianças ficavam a conhecer antigos sucessos como ‘Comando’. Eram dele, sobretudo, os filmes de tiros e explosões, embora, como mencionado, também tivesse revelado uma surpreendente veia cómica.

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Stallone em 'Demolition Man'

- Sylvester Stallone. Qualquer realizador que precisasse de um brutamontes de poucas palavras e perpétua cara de mau tinha no ‘Italian Stallion’ a sua estrela de eleição. Com ‘Rocky’ já no retrovisor mas ‘Rambo’ ainda em grande (sobretudo, novamente, devido ao VHS), Stallone apresentava-se à nova geração através de ‘thrillers’ como ‘Cliffhanger’ e filmes de ficção científica como 'Demolition Man' ou 'Judge Dredd', enquanto arriscava, como Schwarzenegger, em alguns papéis mais cómicos. No entanto, neste aspeto, ficava bem atrás do austríaco, e os poucos filmes que tentou nesta veia rapidamente caíram no esquecimento. O que o público queria, verdadeiramente, era vê-lo a dar tiros e socos aos mauzões – e foi isso que rapidamente voltou a fazer.

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JCVD na pose que o tornou famoso

- Jean-Claude Van Damme. Com este, não havia espaço para comédias - o ‘Muscles from Brussels’ derrotava mauzões a pontapés de karaté, e ponto final. Um dos atores mais lendariamente limitados da história do cinema de ação, o belga era, ainda assim, um ídolo entre os mais novos, muito graças a papéis em clássicos como ‘Kickboxer’ e ‘Força Destruidora’, além dos então recentes ‘Duplo Impacto’ e ‘Knock-Off – Embate’, este de John Woo. Haveria, ainda, tempo para JVCD deixar a sua marca naquele que é considerado um dos piores filmes de sempre, o mítico ‘Street Fighter – O Filme’, que vê o belga (com sotaque a condizer) interpretar o estereotipadamente americano Coronel Guile. Ainda assim, o ‘star power’ de JCVD era tanto que nem este papel descarrilou a sua carreira – pelo contrário, o filme foi um sucesso entre as crianças dos 90…

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Bruce Willis em 'Assalto Ao Arranha-Céus'

- Bruce Willis. ‘Die Hard’. ‘Nuff said. Embora menos popular entre a miudagem portuguesa que os restantes atores nesta lista, o eterno John McClane fazia ainda assim sucesso junto dos mesmos, com os seus filmes de ação brutos, diretos e cheios de explosões – com o bónus de, ao contrário dos outros, ser verdadeiramente bom ator.

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Steven Seagal nos anos 90, ainda elegante

- Steven Seagal. E por falar em filmes de ação brutos, diretos e cheios de explosões, eis o rei dos mesmos. Antes de se tornar uma auto-caricatura anafada, Seagal era um artista marcial de cinema ao nível de Jean-Claude Van Damme, e a única razão porque era menos conhecido da miudagem portuguesa é que os seus filmes passavam menos por cá.

A par de outros nomes lendários, mas já em declínio (como Chuck Norris, Dolph Lundgren ou Patrick Swayze), eram estes os ‘role models’ cinematográficos dos rapazes dos anos 90, aos quais, no decorrer da década, se juntaria um sexto nome:

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Keanu em 'Speed - Velocidade Sem Limites'

- Keanu Reeves. Revelado enquanto ator de ação pelo filme ‘Speed’, de 1994, o ex-ídolo romântico adolescente passaria o resto da década a fazer cinema ali na fronteira entre o ‘blockbuster’ e a série B até, em 1999, obter o papel principal num certo filme de ficção científica, e se tornar (ou voltar a ser) ídolo de toda uma geração. A reputação como ator de ação, mantém-na até hoje, graças a filmes como 'John Wick'.

Na segunda metade dos anos 90, este panorama alterar-se-ia um pouco, com o ocaso de Arnie e Stallone e as derrocadas de JCVD e Seagal, e com o aparecimento, nos seus lugares, de nomes como Wesley Snipes e Jason Statham, sem esquecer o contigente asiático, muito bem representado por Jet Li e Jackie Chan.

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Li e Chan nos anos 90

Ainda assim, durante três-quartos da década de 90, este tipo de filme revelou-se tão popular que até atores de géneros completamente ‘à parte’, como Will Smith ou Tom Cruise, tentaram a sua sorte – e com algum sucesso! Com o dealbar do novo milénio, a progressão natural do cinema – incluindo do cinema de ação – ditou a morte gradual deste tipo de filme; no entanto, qualquer ‘90s kid’ que veja – por exemplo – um dos filmes das séries ‘Missão Impossível’, ‘Velocidade Furiosa’ ou ‘Os Mercenários’ certamente se recordará daqueles tempos em que Van Damme ou Stallone representavam o píncaro da masculinidade, e em que vê-los dar ‘coças’ a vilões e seus capangas era suficiente para justificar um bilhete de cinema…

E vocês? Eram fãs deste tipo de filme? Qual o vosso ‘leading man’ favorito? Por aqui, era-se ‘team JCVD 4 lyfe’. Deixem os vossos testemunhos nos comentários!

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