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Portugal Anos 90

Uma viagem nostálgica pelo universo infanto-juvenil português dos anos 90, em todas as suas vertentes.

Portugal Anos 90

Uma viagem nostálgica pelo universo infanto-juvenil português dos anos 90, em todas as suas vertentes.

16.11.23

Trazer milhões de ‘quinquilharias’ nos bolsos, no estojo ou na pasta faz parte da experiência de ser criança. Às quintas, o Portugal Anos 90 recorda alguns dos brindes e ‘porcarias’ preferidos da juventude daquela época.

O facto de haver vários jogos e brinquedos extremamente simples que não deixavam, ainda assim, de ter inegável apelo para as crianças e jovens dos anos 90 é já tema recorrente nesta rubrica do nosso 'blog', e o produto de que falamos esta Quinta-feira nada faz para negar ou contrariar esse paradigma; pelo contrário, o tema do 'post' de hoje junta-se a um vasto número de Quinquilharias já aqui abordadas na categoria de conceitos que não deveriam nunca ter desfrutado do grau de sucesso que almejaram, e que provam que atributos como a simplicidade nem sempre são sinónimos de desinteresse ou aborrecimento. 

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Exemplos modernos do jogo, que continua a ser produzido até aos dias de hoje...

O produto em causa – que nunca teve, em Portugal, um nome oficial, sendo normalmente conhecido apenas como 'pinball' – consiste de uma estrutura plástica fechada, sensivelmente do tamanho da palma de uma mão adulta, que contém no seu interior duas ou três esferas metálicas e uma série de plataformas, ou prateleiras, estrategicamente colocadas em toda a superfície de jogo. O objectivo passa, depois, por lançar cada uma das esferas de modo a que assentem nestas prateleiras, às quais correspondem diferentes valores pontuais, sendo necessário, para tal, premir ou puxar um 'gatilho' situado no canto inferior direito do brinquedo, e que lhe valia a sua denominação 'não-oficial', já que se tratava de um mecanismo semelhante ao encontrado nas máquinas de 'pinball' espalhadas por cafés e salões de jogos de Norte a Sul do País.

No fundo, um produto manifestamente simples – quase simplista – mas que, sem ser capaz de entreter uma criança durante mais do que alguns minutos de cada vez, constituía, ainda assim, um dos melhores brindes disponíveis nas famosas 'máquinas de bolinhas', jogos de 'garra', barracas de feira ou simplesmente lojas dos 'trezentos'. Esta variedade de contextos e locais era, assim, responsável por garantir que cada criança portuguesa da época tinha, pelo menos, um destes jogos em casa, oriundo não se sabe bem de onde, e normalmente encontrado dentro de uma gaveta ou caixa de arrumação, ao lado dos 'puzzles' de deslizar e outras Quinquilharias semelhantes.

Mais surpreendente é constatar que chegou a haver versões licenciadas (e oficiais!) de um produto que, para muitos portugueses de finais do século XX, praticamente definia a expressão 'brinde barato', e que nunca seria sequer remotamente associado pelo mesmos a qualquer tipo de licença – as motas, carros, cãezinhos e gatinhos perfeitamente genéricos que serviam de cenário ao jogo eram parte tão indissociável dos mesmos quanto o próprio mecanismo, ou as circunstâncias de obtenção do produto. De igual modo, e à semelhança do que acontece com os jogos de pesca magnéticos, apesar de ter havido versões maiores do jogo (aproximadamente do tamanho de um livro) é com a versão 'de bolso' que o mesmo é mais frequentemente conotado, por ter constituído uma das muitas Quinquilharias nos bolsos e gavetas dos jovens portugueses da altura.

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...e um bizarro exemplo licenciado de época, no caso alusivo à série 'Os Simpsons'

Apesar de estes jogos continuarem a ser fabricados, no entanto, é de duvidar que os mesmos consigam posição semelhante junto da Geração Z, habituada a actividades bem mais complexas e retidas em ecrãs digitais bem mais pequenos, e que não tardaria a denunciar (algo justificadamente) um produto como este como sendo excessivamente básico; assim, os jogos de 'pinball' de bolso permanecerão como produtos do seu tempo, nostálgicos para as gerações nascidas e crescidas no século XX, mas perfeitamente obsoletos na actual sociedade digital – ainda mais do que já o eram em finais do Segundo Milénio. Ainda assim, não é de duvidar que, em alguma máquina de brindes algures em Portugal, um ou mais destes jogos esperem, potencialmente há décadas, ser escolhidos como contrapartida para o investimento de uma moeda, restando apenas saber como o recipiente do prémio reagirá a tão simples brinde...

16.09.23

Os Sábados marcam o início do fim-de-semana, altura que muitas crianças aproveitam para sair e brincar na rua ou no parque. Nos anos 90, esta situação não era diferente, com o atrativo adicional de, naquela época, a miudagem disfrutar de muitos e bons complementos a estas brincadeiras. Em Sábados alternados, este blog vai recordar os mais memoráveis de entre os brinquedos, acessórios e jogos de exterior disponíveis naquela década.

Já aqui, recentemente, abordámos os métodos de escolha utilizados pelas crianças de finais do século XX (e não só) para escolherem quem começava um dos muitos jogos de exterior ainda sobejamente praticados naquela época; no entanto, havia, na mesma altura, uma outra prática enraizada entre o mesmo sector demográfico, e aplicada de forma tão ou mais inata, embora num contexto ligeiramente diferente – o método conhecido como 'roda-bota-fora'.

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O futebol de rua é um dos jogos onde o método é mais frequentemente utilizado.

Utilizado, sobretudo, no contexto de jogos de índole desportiva, como o pingue-pongue, o futebol ou o basquetebol, este método tão simples como eficaz era posto em prática sempre que se verificasse haver um número excessivo de praticantes ou equipas para a actividade em causa – três equipas para um jogo 'com bola', ou três jogadores para um jogo de pingue-pongue um-contra-um, por exemplo. O método em si consistia, simplesmente, em 'eliminar' a equipa ou jogador que perdesse a primeira partida, e substituí-los pelo elemento que se encontrava de fora, passando os perdedores a ficar 'de lado', à espera, enquanto se desenrolava novo jogo entre os restantes participantes; este ciclo podia, depois, continuar infinitamente até terminarem os jogos, ou até existir um número par de participantes, caso em que se passariam, potencialmente, a desenolar múltiplas partidas de uma só vez, tendendo a brincadeira a assumir, nesta altura, contornos de 'mini-torneio'.

De referir que, enquanto que algumas actividades previam o ponto de término de um jogo nas próprias regras (caso do pingue-pongue, que terminava normalmente aos dez, quinze ou vinte e um pontos, ou sempre que se verificasse um 'capote') outros obrigavam a determinar um objectivo específico para a vitória, normalmente ligado a um determinado número de golos ou pontos, ou atingido mediante o clássico 'o próximo a marcar ganha'. Tal como tantas outras 'regras' do recreio, estes parâmetros raramente eram contestados, excepto por motivos de falta de tempo (por exemplo, no contexto de um intervalo de dez ou quinze minutos), devendo qualquer participante que pretendesse jogar obedecer às regras já muitas vezes pré-estabelecidas.

É de crer que, à semelhança dos outros métodos de selecção que abordámos, a 'roda-bota-fora' continue a ser utilizado em recreios de Norte a Sul do País; afinal, trata-se de um método simples, prático e justo de envolver o máximo de participantes possível numa actividade desportiva, já testado por múltiplas gerações de jovens, e com resultados comprovados. Caso não seja esse o caso, no entanto (e mesmo que ainda o seja) nunca é demais recordar mais um dos 'conhecimentos inatos' de que as gerações de crianças de finais do século XX fizeram uso durate os seus Sábados aos Saltos.

29.04.23

Os Sábados marcam o início do fim-de-semana, altura que muitas crianças aproveitam para sair e brincar na rua ou no parque. Nos anos 90, esta situação não era diferente, com o atrativo adicional de, naquela época, a miudagem disfrutar de muitos e bons complementos a estas brincadeiras. Em Sábados alternados, este blog vai recordar os mais memoráveis de entre os brinquedos, acessórios e jogos de exterior disponíveis naquela década.

Já aqui anteriormente abordámos a enorme panóplia de jogos de rua com que as crianças portuguesas de finais do século XX se entretinham. Numa era em que brincar fora de portas era não só aceite como encorajado, havia tempo para 'inventar' mil e uma brincadeiras, dos tradicionais jogos de rua – como a apanhada, escondidas, eixo ou cabra-cega, entre outros – aos jogos de palminhas, passando pelo elástico, salto com corda, guerras de balões ou pistolas de água e, claro, toda uma gama de jogos com bola.

À margem, e ao mesmo tempo adjacente, a todas estas brincadeiras, havia uma outra, que conseguia inclusivamente 'extrapolar' o ambiente da rua para se tornar um 'clássico', também, das aulas de Educação Física na escola; um jogo que reunía tudo aquilo que a criança média da época procurava numa brincadeira, da enorme competitividade à vertente de jogo em equipa, passando pela possibilidade de humilhar e até magoar os adversários, sem que com isso se extravasassem as regras do jogo.

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Falamos do jogo do 'mata', aquela clássica competição em que duas equipas de jovens procuram ganhar a posse de uma bola de borracha e, uma vez conseguido esse objectivo, eliminar os jogadores da facção adversária mediante contacto directo – ou seja, procurando que a referida bola os atinja, sendo cada jogador atingido prontamente eliminado do jogo. Ganha, obviamente, a equipa que conseguir 'matar' primeiro todos os adversários. Uma premissa simples, mas nada inofensiva, e que dava azo a verdadeiras 'batalhas campais' no recreio, na rua, ou mesmo no ginásio da escola, sob a sanção de um professor – embora sempre de uma perspectiva de sã competição, e de alívio de tensões, objectivo no qual o 'mata' era nada menos que exímio (pelo menos para os jogadores da equipa que tinha a bola, porque para os outros, a situação apenas causava ainda mais nervosismo...)

Infelizmente, numa era em que qualquer tipo de violência é altamente desencorajado, e as crianças e jovens mais protegidos do que nunca, é de duvidar que o 'mata' volte, alguma vez, a gozar da mesma popularidade que teve durante aqueles anos; ainda assim, também não seria de todo descabido ver voltar aos recreios do País este jogo, como alternativa física e presencial às eternas e incessantes 'guerras' de comentários no YouTube ou TikTok. Têm a palavra as novas gerações...

09.07.22

Os Sábados marcam o início do fim-de-semana, altura que muitas crianças aproveitam para sair e brincar na rua ou no parque. Nos anos 90, esta situação não era diferente, com o atrativo adicional de, naquela época, a miudagem disfrutar de muitos e bons complementos a estas brincadeiras. Em Sábados alternados, este blog vai recordar os mais memoráveis de entre os brinquedos, acessórios e jogos de exterior disponíveis naquela década.

Apesar de o futebol de rua ser, de longe, a escolha mais comum para qualquer grupo de crianças munidas de uma bola (fosse na década de 90 ou em qualquer outra altura da História) o mesmo estava longe de ser a ÚNICA opção disponível nesse aspecto; e se opções como o voleibol ou o basket eram igualmente populares, ainda que a sua prática implicasse a existência de infra-estruturas facilmente acessíveis, outros jogos havia que necessitavam, apenas, do mais básico em termos de material – uma bola, jogadores em número suficiente, e espaço para levar a cabo a actividade.

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Era o caso, por exemplo, do jogo da parede, que recentemente aqui abordámos, mas também da sempre popular 'rabia' (ou 'meiinho'), essa actividade tão popular como aquecimento para aulas de Educação Física como como brincadeira competitiva, e cujas regras eram simples: o jogador no centro do círculo tentava interceptar a bola que era casualmente passada entre os colegas, sendo substituído por quem quer que tivesse feito o passe 'transviado'.

Não havendo jogadores suficientes para uma 'rabia' ou um 'três-para-três' (o número mínimo aceitável para uma partida de futebol de rua) podia, ainda, jogar-se às 'fintas' – onde, como o nome indica, a humilhação do adversário era mais importante do que os remates ou golos – ou à sempre popular variante 'baliza-a-baliza' (também conhecida como 'baliza-balizinha') em que até quatro jogadores, divididos em equipas de dois, tentavam marcar golo de um lado ao outro do campo – ou, em certas variantes mais 'benevolentes', de qualquer ponto até à linha de meio-campo própria.

Além destes jogos 'universais' – jogados aproximadamente da mesma maneira em qualquer ponto do País – cada zona, ou até bairro ou escola, tinha as suas próprias variantes do que fazer com uma bola e um grupo de crianças ou jovens. Na nossa escola preparatória, por exemplo, vigorava em meados da década um jogo conhecido como 'Um-Dois-Mata', que consistia em dar determinado número de toques de vólei entre o grupo (normalmente dois ou três), podendo o jogador que se seguisse 'matar' um qualquer membro do círculo, mediante uma certeira 'sapatada'; no entanto, se o referido alvo almejasse agarrar a bola, em vez de ser atingido por ela, era o 'assassino' quem se teria de retirar do círculo, podendo a 'vítima' continuar em jogo.

Enfim, como terá ficado bem patente, os únicos requisitos para uma tarde de diversão com bola nos anos 90 eram um grupo de amigos e muita imaginação – um paradigma que, desconfiamos (e ao contrário de tantos outros que abordamos neste nosso blog) se manterá até aos dias que correm...

 

11.06.22

Os Sábados marcam o início do fim-de-semana, altura que muitas crianças aproveitam para sair e brincar na rua ou no parque. Nos anos 90, esta situação não era diferente, com o atrativo adicional de, naquela época, a miudagem disfrutar de muitos e bons complementos a estas brincadeiras. Em Sábados alternados, este blog vai recordar os mais memoráveis de entre os brinquedos, acessórios e jogos de exterior disponíveis naquela década.

E porque a época balnear oficialmente abriu, e o calor aperta e convida a uma ida à praia, piscina ou parque aquático, nada melhor do que recordar um dos passatempos por excelência de qualquer Saída ao Sábado desse tipo – o clássico Beach Ball, ou 'jogo das raquetes'.

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O clássico 'design' da grande maioria das raquetes deste tipo comercializadas em Portugal durante os anos 90

Uma das poucas actividades verdadeiramente intemporais abordadas neste blog (ainda hoje é possível ver pessoas de todas as idades a disputar uma partida em qualquer praia de Norte a Sul do país, e a clássica 'redinha' com duas raquetes de madeira ou plástico e uma bola de borracha continua a ser omnipresente em qualquer loja de praia, e até em lojas generalistas ou de bairro) o Beach Ball é um daqueles jogos sem regras definidas, e que convidam cada par ou grupo a inventar as suas próprias variantes – há quem delimite 'campos', há quem simplesmente se coloque a uma certa distância, há quem permita dois toques enquanto outros apenas admitem um único....em suma, cada um joga da maneira que mais lhe aprouver, sem grandes preocupações quanto às regras.

O 'outro lado' desta questão surge, claro, quando jogadores habituados a jogar de forma distinta se juntam, causando potenciais discordâncias quanto ao que é, ou não, permitido – no fundo, o mesmo problema que se coloca com o popular jogo de cartas Uno; no entanto, muito mais do que com o referido jogo, qualquer 'desavença' resultante de experiências distintas tende a ser rapidamente sanada em nome da diversão conjunta.

Qualquer que seja a forma de jogar de cada indivíduo, no entanto, uma coisa é certa – o Beach Ball foi, é e certamente continuará a ser, para a maioria dos jovens portugueses, sinónimo com o Verão e a praia, merecendo, portanto, ser o primeiro tema contemplado no início desta nova época balnear.

14.05.22

Os Sábados marcam o início do fim-de-semana, altura que muitas crianças aproveitam para sair e brincar na rua ou no parque. Nos anos 90, esta situação não era diferente, com o atrativo adicional de, naquela época, a miudagem disfrutar de muitos e bons complementos a estas brincadeiras. Em Sábados alternados, este blog vai recordar os mais memoráveis de entre os brinquedos e acessórios de exterior disponíveis naquela década.

Como já ficou demonstrado em edições anteriores desta rubrica, os jogos de rua e de recreio constituíam uma das mais populares distracções para as crianças de uma certa idade durante os últimos anos do século XX e primeiros do seguinte, rivalizando com a bicicleta, o skate ou os patins em linha, e tendo sobre estes a vantagem de não requererem a compra de equipamentos caros para serem desfrutados; pelo contrário, a maioria era perfeitamente executável sem recurso a qualquer apetrecho, e mesmo os restantes não requeriam mais do que uma bola ou um pedaço de corda ou elástico.

Não eram, no entanto, apenas os equipamentos necessários que eram simples; a maioria destes jogos partia de uma premissa básica, e adicionava-lhe apenas o número suficiente de regras para que se tornasse divertido e funcional. Um dos melhores exemplos disto mesmo é um dos jogos mais populares entre os rapazes da época, que misturava a habitual demonstração de habilidade a um enorme potencial para a 'violência regrada' que tanto agrada a essa demografia.

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Falamos do vulgarmente chamado 'jogo da parede', uma competição com que qualquer grupo de jovens com uma bola podia ocupar um intervalo, ou até parte de uma tarde. As regras, conforme referido acima, eram da mais pura simplicidade: na referida parede, demarcavam-se linhas imaginárias, que constituíam uma espécie de baliza, tendo os jogadores de, à vez, pontapear a bola contra a parede de modo a que a mesma acerte dentro das linhas estabelecidas. Um jogador cujo 'tiro' saisse ao lado, ou por cima, da zona demarcada era obrigado a ir para a parede, passando ele próprio a ser o alvo dos 'chutos' dos colegas. Este processo era, naturalmente, repetido até restar apenas um jogador do lado 'de cá' da parede, o qual era declarado vencedor.

Um jogo com tudo para agradar à demografia masculina, portanto, visto apresentar uma mistura entre futebol e tiro ao alvo (ou o também muito popular 'jogo do mata') que apelava tanto à veia competitiva como à mais sádica, até porque a bola não precisava necessariamente de ser de futebol (quem não participou num jogo da parede em que era usada uma bola de basquetebol ou voleibol não sabe a sorte que teve); menos previsível era o facto de este jogo agradar também, muitas vezes, a raparigas, que se mostravam jogadoras tão ou mais letais do que os seus pares do sexo oposto!

Ao contrário de muitos dos jogos aqui abordados, é pouco provável que o jogo da parede tenha passado de moda; embora não possamos confirmar a cem por cento, é de crer que esta simples mas eficaz diversão continue a ter lugar nos recreios portugueses da década de 2020, e que ainda hoje haja que se reveja na experiência de ser enviado para a parede, e se depara com os colegas, com um brilhozinho maldoso nos olhos, a tirarem-lhe as medidas no momento de chutar...

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