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Portugal Anos 90

Uma viagem nostálgica pelo universo infanto-juvenil português dos anos 90, em todas as suas vertentes.

Portugal Anos 90

Uma viagem nostálgica pelo universo infanto-juvenil português dos anos 90, em todas as suas vertentes.

14.10.21

NOTA: Este post corresponde a Quarta-Feira, 14 de Outubro de 2021.

Em quartas-feiras alternadas, falamos sobre tudo aquilo que não cabe em nenhum outro dia ou categoria do blog...

Numa altura em que o novo ano lectivo começa verdadeiramente a ‘engrenar’, muitas ex-crianças dos anos 90 – às compras com os filhos nos hipermercados e grandes superfícies por esse Portugal fora – certamente recordarão o tempo em que eles próprios precisavam de se ‘abastecer’ de todo o material necessário à aprendizagem; e certamente algumas das mais vivas memórias de todo esse processo terão a ver com a compra de materiais como cadernos e dossiers.

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Quem se lembra...?

Isto porque a década a que este blog diz respeito foi pródiga em ‘engendrar’ material escolar que quase fazia o fim das férias valer a pena, só pelo ‘gozo’ de poder mostrar aos colegas os novos cadernos. De linhas ligadas a licenças oficiais até ‘designs’ mais genéricos, mas não menos apelativos (quem não se lembra dos cadernos de espiral com motas, carros de corrida ou desenhos de flores?) a escolha era variada, existindo invariavelmente algo para todos os gostos.

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Lá por casa houve a dado ponto um destes...

O facto de a maioria destes materiais se encontrarem nos referidos hipermercados e 'shoppings' – implicando, portanto, a necessária viagem para serem adquiridos – apenas adicionava ao seu encanto, apesar de ter também o efeito colateral de fazer com que muitas crianças da mesma área ou escola tivessem os mesmos cadernos, o que os tornava um pouco menos únicos. Ainda assim, o sentimento de ‘pertença’ que essa situação acarretava acabava por compensar a perda de identidade única no que tocava a material escolar, levando a que muitos alunos não vissem na mesma qualquer problema. Lesados, mesmo, só acabavam por ficar os ‘coitados’ que haviam adquirido os materiais na sempre conveniente papelaria da esquina (ou da própria escola), e que acabavam invariavelmente com um caderno de capa lisa (normalmente azul, vermelha ou preta) e sem o mínimo interesse do ponto de vista estético.

Os cadernos não eram, no entanto, a única oportunidade de utilizar o material escolar para estabelecer uma identidade – havia outra forma, bastante mais vistosa, e como tal, consideravelmente mais importante para a maioria dos alunos portugueses dos anos 90; essa, no entanto, está mais ligada ao Style, pelo que dela falaremos na próxima Sexta…

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