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Portugal Anos 90

Uma viagem nostálgica pelo universo infanto-juvenil português dos anos 90, em todas as suas vertentes.

Portugal Anos 90

Uma viagem nostálgica pelo universo infanto-juvenil português dos anos 90, em todas as suas vertentes.

02.11.25

NOTA: Este 'post' é parcialmente respeitante a Sábado, 01 de Novembro de 2025.

Os Sábados marcam o início do fim-de-semana, altura que muitas crianças aproveitam para sair e brincar na rua ou no parque. Nos anos 90, esta situação não era diferente, com o atrativo adicional de, naquela época, a miudagem disfrutar de muitos e bons complementos a estas brincadeiras. Em Sábados alternados, este blog vai recordar os mais memoráveis de entre os brinquedos, acessórios e jogos de exterior disponíveis naquela década.

Ser criança é gostar de se divertir, e por isso, em Domingos alternados, o Anos 90 relembra algumas das diversões que não cabem em qualquer outra rubrica deste blog.

Já aqui em ocasiões passadas falámos dos 'bonecos' (ou figuras de acção, para lhes dar a denominação moderna), das variantes maiores dos mesmos (como os Action Man) e das tradicionalíssimas e ainda hoje comercializadas bonecas Barbie (e respectivas 'imitadoras'). E apesar de termos também devotado algum espaço a 'castelos' e outros cenários para os mesmos, ficou por abordar uma outra vertente bastante frequente e popular em linhas deste tipo, e que tanto podia proporcionar aos donos um Sábado aos Saltos como um Domingo Divertido – os veículos.

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O jipe do Action Man era um dos melhores exemplos deste paradigma.

Isto porque, apesar de muitos brinquedos deste tipo serem meramente 'decorativos', não tendo qualquer função especial, outros havia que podiam ser utilizados fora do contexto das brincadeiras; os veículos com rodas, em particular (como o famoso carro da Barbie ou o jipe do Action Man) tendiam a ser grandes o suficiente para poderem também ser utilizados no exterior, quer puxados por um fio, quer simplesmente empurrados com a mão por sobre um muro ou parapeito, tal como seriam no chão do quarto. Assim, quem possuísse estes brinquedos podia, facilmente, incorporá-los nas brincadeiras de rua de um fim-de-semana de sol, ou levá-los de 'passeio' até à mercearia ou supermercado – embora, neste caso, fosse necessário ter cuidado para evitar danos causados por terrenos mais acidentados. Não admira, pois, que este tipo de brinquedo estivesse entre os mais cobiçados no tradicional catálogo de Natal, como presente de anos, ou simplesmente numa visita 'de circunstância' ao hipermercado; afinal, apesar de consideravelmente caros, os mesmos serviam uma função 'dois-em-um' a cujas potencialidades que nenhuma criança (da época ou mesmo dos dias de hoje) era capaz de ficar indiferente...

 

19.10.25

NOTA: Este 'post' é parcialmente respeitante a Sábado, 18 de Outubro de 2025.

Os Sábados marcam o início do fim-de-semana, altura que muitas crianças aproveitam para sair e brincar na rua ou no parque. Nos anos 90, esta situação não era diferente, com o atrativo adicional de, naquela época, a miudagem disfrutar de muitos e bons complementos a estas brincadeiras. Em Sábados alternados, este blog vai recordar os mais memoráveis de entre os brinquedos, acessórios e jogos de exterior disponíveis naquela década.

Ser criança é gostar de se divertir, e por isso, em Domingos alternados, o Anos 90 relembra algumas das diversões que não cabem em qualquer outra rubrica deste blog.

Hoje em dia, estão disponíveis uma série de tipos de 'veículos' de brincar destinados a ajudar crianças pequenas a ganhar confiança nas suas próprias funções motoras, a fim de mais tarde poderem passar aos tradicionais triciclos e bicicletas. Muitas destas formas de 'locomoção assistida' surgiram, no entanto, apenas nas últimas décadas do século XX, para complementar os tradicionais 'andarilhos', tendo as gerações 'X' e 'millennial' servido de 'cobaias', ajudando a aperfeiçoar o modelo que, até aos dias de hoje, continua a divertir os bebés em fase de desenvolvimento. E talvez o melhor exemplo deste paradigma tenha sido o produto que focamos neste 'post' – nomeadamente, os carros de empurrar com os pés.

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Um exemplo moderno, mas muito semelhante aos modelos 'clássicos'

Capazes de proporcionar bons momentos tanto num Sábado aos Saltos como num Domingo Divertido, estes carros surgiam pela primeira vez nos anos 80, na sua forma mais primitiva, ou seja, apenas com rodas e um volante que as crianças podiam girar enquanto fingiam 'guiar' a 'viatura'. Um formato básico, mas que permitia ainda assim o mais importante – que as crianças treinassem, e se habituassem, ao movimento de pernas necessário ao acto de andar – e que, por se tratar de um conceito relativamente novo, ainda não era alvo de escrutínio apertado por parte do grande público.

À medida que as décadas avançavam, no entanto, o produto em causa foi, naturalmente, obrigado a evoluir, tendo não só começado a surgir em formatos mais apelativos, como também a adicionar funcionalidades, sendo a primeira – e mais famosa – a capacidade de a criança (ou um educador) empurrar o carro, o que permitia não só aos pais oferecerem apoio físico nesta crucial fase de desenvolvimento, como também às próprias crianças 'passear' bonecas e peluches, o que, por sua vez, proporcionava excelentes momentos de https://portugalanos90.blogs.sapo.pt/sabados-aos-saltos-brincar-ao-529599faz-de-conta, também tão importante naquela fase da vida. São estes modelos que prevalecem até aos dias de hoje no mercado, sendo possível que muitos dos que aprenderam a andar com a ajuda daqueles carrinhos 'básicos' de finais dos anos 80 vejam, presentemente, os filhos viver a mesma experiência na versão 'evoluída' do brinquedo que ajudaram a 'testar' naqueles tempos mais simples...

26.10.24

Os Sábados marcam o início do fim-de-semana, altura que muitas crianças aproveitam para sair e brincar na rua ou no parque. Nos anos 90, esta situação não era diferente, com o atrativo adicional de, naquela época, a miudagem disfrutar de muitos e bons complementos a estas brincadeiras. Em Sábados alternados, este blog vai recordar os mais memoráveis de entre os brinquedos, acessórios e jogos de exterior disponíveis naquela década.

Ser criança é gostar de se divertir, e por isso, em Domingos alternados, o Anos 90 relembra algumas das diversões que não cabem em qualquer outra rubrica deste blog.

A maioria dos brinquedos, jogos e produtos de que falamos nestas páginas, e nestas secções em particular, tinham ou têm como destinatário um público infanto-juvenil, já na plena posse das suas faculdades; tal não significa, no entanto, que os anos 80, 90 e 2000 portugueses não proporcionassem, também, inúmeras formas de crianças mais pequenas, e até bebés, conseguirem passar um Sábado aos Saltos seguido de um Domingo Divertido. O brinquedo que abordamos em mais um 'post' duplo do Anos 90 insere-se, precisamente, nessa categoria, conseguindo estimular, de uma só vez, as faculdades motoras, intelectuais e sensoriais da criança.

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Um dos poucos exemplos actuais deste tipo de brinquedo.

Falamos dos clássicos carrinhos de empurrar com os pés, tão icónicos das primeiras etapas de desenvolvimento das crianças quanto os cavalinhos de baloiço ou triciclos, e que, nos anos 90, se viram 'incrementados' de uma série de ferramentas educativas adicionais, que os tornavam, efectivamente, em 'híbridos dois-em-um'; por um lado, veículos de deslocação e, por outros, superfícies interactivas para quando as 'pilhas' se esgotassem e apetecesse ao bebé algo mais calmo. Isto porque as actividades adicionadas a estes carrinhos iam desde botões e buzinas para apertar a fim de produzir sons, até 'roletas' ou discos com imagens – uma espécie de 'slot-machines' inofensivas, em que os símbolos eram substituídos por animais – ou mesmo superfícies irregulares, cujo único objectivo era mesmo a descoberta através do toque, proporcionando assim uma experiência completa que ajudava a fomentar o desenvolvimento do bebé através da diversão.

Tal como muitos outros produtos abordados nestas páginas, também estes carrinhos acabaram, inevitavelmente, por sofrer uma mutação – curiosamente, no sentido inverso ao habitual, tendo-se novamente tornado mais simples e padronizados. Quem teve a sorte de crescer no breve período em que estes brinquedos tiveram 'funcionalidades extra', no entanto, sabe o quão divertidas as mesmas podiam ser – senão em primeira mão, pelo menos através da observação dos irmãos ou parentes mais novos – e desejará, certamente, que este tipo de carrinho voltasse a estar disponível, para que a geração actualmente na primeira infância (muitos dos quais filhos, precisamente, desses 'millennials') pudesse também passar muitos Sábados aos Saltos e Domingos Divertidos a brincar com um deles...

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